Cristologia

A morte foi vencida!

Morte

Os inimigos de Cristo tinham certeza de que a cruz devastaria por completo a obra iniciada três anos antes. A certeza era tamanha que optaram por uma morte que, apesar de relativamente comum para a época, era, sem dúvida, a mais cruel e dolorosa de todas. Cidadãos romanos, por exemplo, eram raramente crucificados, a menos que cometessem alta traição contra o Império.

Para os escravos, a situação era diferente: eles poderiam ser crucificados por roubo ou por incitar rebeliões. Era, sem dúvida, a forma de execução que mais humilhava e que, na cabeça de muitos, faria com que a obra de Jesus fosse esquecida e descontinuada.

O erro foi tremendo. Jesus é o Filho de Deus, o único caminho, a verdade e a vida, e somente por meio Dele se vai ao Pai. A ressurreição de Cristo foi o maior combustível para que sua obra continuasse e permanecesse viva até hoje. O que tentaram impedir veio com muito mais força e fé, visto que o Filho de Deus venceu a morte.

A Páscoa é infinitamente maior que o coelhinho e o chocolate; hoje, devemos nos lembrar do sacrifício Daquele que nos amou primeiro e nada solicitou em troca, do Filho unigênito de Deus que desceu ao seio da terra, a fim de que os mortos ouçam a voz do Filho de Deus e os que a ouvirem vivam.

Jesus, o Príncipe da Vida, destruiu pela morte o dominador da morte, isto é, o Diabo, e libertou os que passaram toda a vida em estado de servidão pelo temor da morte. A partir de agora, Cristo ressuscitado detém a chave da vida eterna. A morte foi vencida!

Ressurreição, portanto, não é uma invenção da Igreja. Notem que essa doutrina é a mais atacada, pois a fúria do Inimigo é fazer de tudo para anular o ato da ressurreição. Caso fosse anulada, perderíamos o principal pilar do Cristianismo. A ressurreição é o que distingue o cristianismo de qualquer outra fé.

Qualquer pessoa pode visitar o túmulo de Buda, de Confúcio, de Maomé e de qualquer outro líder religioso, mas o túmulo de Jesus de Nazaré está aberto e vazio, pois Ele VENCEU A MORTE.

O túmulo vazio de Jesus não é somente um fato histórico, mas o epicentro da esperança cristã. Ele representa a vitória definitiva sobre o pecado e a morte, inaugurando a realidade de vida eterna para todos os que creem. Enquanto outros líderes religiosos apontam para seus ensinamentos ou para seus próprios túmulos, Cristo aponta para um túmulo vazio, convidando seus seguidores a uma vida de fé e ressurreição, não apenas no futuro, mas no presente. Essa promessa de vida abundante e de um futuro glorioso é o que impulsiona a Igreja e sustenta a fé de milhões ao longo dos séculos.

A Páscoa, portanto, é um convite perene à reflexão profunda sobre o amor sacrificial de Cristo e o poder transformador de sua ressurreição. É um momento para nos lembrarmos de que, apesar das adversidades e das tentativas de silenciar a verdade, a vida sempre triunfa sobre a morte, e a luz dissipa as trevas.

Que possamos, inspirados por essa verdade eterna, reavaliar nossas prioridades, fortalecer nossos laços com o divino e viver de forma que reflita o amor incondicional que nos foi demonstrado na cruz e, sobretudo, na vitória do túmulo vazio.

Termino este breve texto, pedindo ao nosso SENHOR e SALVADOR que abençoe o seu domingo, a você e a sua família, que possamos refletir sobre as nossas vidas, sobre o nosso comportamento e nos religarmos a CRISTO.

Júnior Belchior

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